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Sindicalismo Moderno
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É inquestionável o papel do Sindicalismo brasileiro na luta por melhores condições de trabalho, por melhores salários e pela redemocratização do país.
A organização dos trabalhadores foi fundamental para hoje termos um Brasil forte liderado por um sindicalista que chegou à Presidência da República.
As greves em São Bernardo do Campo e as Assembléias na Vila Euclides, comandadas por Lula foram o estopim para que as forças democráticas se unissem e transformassem o Brasil para o que é hoje.
Nosso país esbanja democracia, caminha a passos largos para a plena justiça social e pela superação das dificuldades que nos acompanham desde o descobrimento.
As relações entre patrões e empregados mudaram nos últimos anos e o Governo Federal institucionalmente dialoga plenamente com os representantes dos trabalhadores.
Os Sindicatos conseguem atuar de forma mais tranqüila sem os problemas da época da Ditadura e dos primeiros governos antes de Lula chegar à Presidência.
Neste cenário de desenvolvimento em que as lutas sindicais são mais tranqüilas, cabe ao sindicalismo moderno se aproximar da sociedade e das comunidades.
Existem hoje dezenas de entidades, movimentos sociais, organizações dos mais variados matizes, jornais comunitários em uma comunidade.
Atuam de forma conjunta para melhorar a qualidade de vida das pessoas o que combina com as ações de um governo democrático.
Está no momento dessa integração entre sindicalismo e comunidade se tornar um instrumento de ampliação democrática e conquistas sociais.
Cabe aos dirigentes sindicais fazerem uma leitura ampla desse novo contexto de relações humanas e sociais.
É uma quebra de paradigma sobre o papel dos trabalhadores organizados e uma conquista para toda a sociedade. |
Forças Sociais
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Essa ocupação de espaço social tem, além da busca de qualidade de vida para os trabalhadores ampliada para toda a comunidade e fortalecimento da democracia, outra tarefa.
Pode se tornar em uma ferramenta muito importante no combate às injustiças sociais e suas conseqüências.
Hoje, principalmente as grandes cidades, sofrem com a violência urbana e com a perda de parcela da juventude para o crime organizado.
Infelizmente o Estado não consegue intervir plenamente para impedir essa tendência.
Os parceiros sociais ainda estão longe de suprir essa demanda e é aí que os Sindicatos podem ajudar com a experiência organizativa e política.
Uma ação nesse sentido contribuirá na correlação de forças que atuam nas comunidades envolvendo todas as classes sociais. |
Ações
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Existem várias formas dos Sindicatos e das Centrais Sindicais intervirem nas comunidades.
Ações culturais, esportivas, educativas e sociais são o primeiro passo para essa aproximação.
De uma maneira geral existe uma carência de alternativas para todos e, sobretudo, para a juventude nesse quesito.
Acredito que no momento que essa interface estiver acontecendo haverá mudanças significativas nas relações sociais entre os sindicatos, as entidades sociais e a comunidade de forma geral.
Todos ganham com isso. A comunidade se beneficiará, as entidades se fortalecerão e os sindicatos tenderão a crescer ainda mais. Muitos trabalhadores não sindicalizados irão participar de ações na sua comunidade.
Um novo mundo mais humano e mais justo deve ser conquistado. A necessidade de preservamos o planeta, de cuidarmos da água, de evitarmos o desperdício e de criarmos condições de vida digna a todos passa por uma nova ordem organizativa social. Os trabalhadores e suas entidades representativas podem conduzir esse processo reafirmando seu papel histórico de transformação. |
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